Prefeita Emília participa do II Fórum das Cidades e enfatiza importância do Plano Diretor

A prefeita de Aracaju Emília Corrêa participou, na manhã desta quinta-feira, 7, do II Fórum das Cidades Sergipanas, realizado no Teatro Atheneu. O evento reuniu gestores públicos, empresários, especialistas e profissionais de diversas áreas para discutir soluções estratégicas voltadas ao crescimento sustentável das cidades sergipanas.

Com o tema “Desenvolvimento Urbano: Governança e Responsabilidade Pública como compromisso para o futuro”, o fórum reforçou a importância da integração entre poder público, iniciativa privada e sociedade civil na construção de cidades mais modernas, eficientes e preparadas para os desafios das próximas décadas.

A prefeita integrou o dispositivo de honra ao lado de autoridades e representantes de instituições participantes do encontro, promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe (OAB/SE), por meio da Escola Superior da Advocacia (ESA/SE) e da Comissão de Desenvolvimento Urbano, com apoio de instituições parceiras.

Durante o evento, a gestora destacou a importância do debate sobre planejamento urbano e gestão responsável para garantir qualidade de vida à população, relembrou sua trajetória na advocacia e deu ênfase ao Plano Diretor, cuja revisão está sendo conduzida pela gestão após mais de 20 anos sem atualização.

“É uma alegria muito grande estar aqui na OAB Sergipe, uma instituição que sempre fez parte da minha vida. Essa trajetória me ensinou algo fundamental: o direito só faz sentido quando melhora, de fato, a vida das pessoas. Pensar o desenvolvimento das nossas cidades exige responsabilidade, justiça social e compromisso com quem vive nelas. Porque cidade não é só concreto. Cidade é gente. Cidade é pertencimento. Cidade é vida acontecendo todos os dias. E, quando falamos sobre desenvolvimento urbano, inevitavelmente precisamos falar sobre o Plano Diretor. Ele não é apenas um documento técnico. Trata-se de um instrumento que organiza a cidade, define regras, orienta o crescimento e garante que o desenvolvimento aconteça com equilíbrio, responsabilidade e melhores condições de vida para a população. E eu digo isso com muita convicção: Aracaju não pode mais esperar. Desde a época em que eu era vereadora, essa sempre foi uma pauta que acompanhei de perto. E agora, como prefeita, assumimos a responsabilidade de conduzir esse processo com diálogo, transparência e participação popular. Estamos muito empenhados nesse sentido. A Prefeitura já está trabalhando nisso com equipe técnica constituída, participação dos conselhos, segurança jurídica e diálogo permanente com os órgãos de controle, inclusive o Ministério Público. Estamos avançando por etapas, porque queremos construir algo sólido e duradouro para a cidade”, afirmou.

O presidente da OAB Sergipe, Danniel Alves, durante discurso na solenidade, ressaltou a importância do diálogo institucional e da participação coletiva na construção de soluções para o desenvolvimento das cidades, reforçando o papel da Ordem nos debates urbanísticos e democráticos.

“Esse fórum nasce justamente da necessidade de construirmos soluções de forma coletiva, ouvindo a população, os gestores, os especialistas e todos aqueles que têm responsabilidade com o futuro das nossas cidades. A nossa instituição tem participado ativamente desses debates, especialmente nas pautas relacionadas ao direito urbanístico e imobiliário, porque entendemos que discutir cidade é discutir qualidade de vida, pertencimento e desenvolvimento social. Quero agradecer à prefeita Emília Corrêa pela receptividade, pelo diálogo permanente e pela disposição em construir esse debate de forma democrática e transparente. A presença da gestão municipal neste momento fortalece ainda mais esse processo. Vivemos um período em que o diálogo institucional se torna cada vez mais necessário. As instituições precisam caminhar com equilíbrio, respeito e responsabilidade, sempre preservando a democracia e a segurança jurídica. E é exatamente isso que buscamos promover aqui: um espaço de escuta, construção coletiva e troca de experiências para pensar cidades mais organizadas, humanas e preparadas para o futuro”, declarou.

Foto: Felipe Bass - PMA