Pesquisa do Instituto Positiva mostra Valmir na liderança da disputa pelo governo

A mais recente pesquisa eleitoral realizada pelo instituto Positiva Pesquisas, registrada sob o nº SE-01610/2026, revela o atual cenário das intenções de voto em Sergipe para as eleições de 2026. O levantamento foi realizado entre os dias 25 e 28 de abril, com 1.200 entrevistados em todas as regiões do estado, margem de erro de 2,83 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

No cenário estimulado para o Governo do Estado, Valmir de Francisquinho aparece na liderança com 35,31% das intenções de voto, seguido de perto pelo atual governador Fábio Mitidieri, que soma 32,30%. Na sequência estão Ricardo Marques, com 6,61%, Emanoel Cacho, com 1,42%, e Hélton Monteiro, com 0,42%. Outros 1,76% citaram outros nomes, enquanto 8,70% declararam voto branco ou nulo e 13,47% não souberam ou não responderam.

Na disputa para o Senado, considerando a primeira opção de voto estimulada, André Moura lidera com 14,23%, seguido por Delegado André David, com 13,56%, e Eduardo Amorim, com 12,22%. Também aparecem Delegado Alessandro (9,46%), Edvaldo Nogueira (9,12%) e Rogério Carvalho (8,28%). Outros nomes pontuam abaixo disso, enquanto 14,64% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.

Já na disputa para deputado federal, em cenário espontâneo, o levantamento aponta um quadro pulverizado. Thiago de Joaldo aparece com 2,08%, seguido por Cláudio Mitidieri (2,00%) e Pastor Heleno (1,83%). O dado que mais chama atenção, no entanto, é o alto índice de indecisos, que chega a 76,67%.

Situação semelhante é observada na disputa para deputado estadual. Cristiano Cavalcante e Jorginho Araújo aparecem empatados com 1,67%, seguidos por Zezinho Sobral (1,50%) e Chico do Correio (1,42%). Assim como no cenário federal, o número de eleitores que não souberam ou não responderam é elevado, atingindo 74,42%.

Os dados indicam que, apesar de já haver um desenho inicial na disputa majoritária, o cenário eleitoral em Sergipe ainda está em formação, especialmente nas eleições proporcionais, onde o alto índice de indecisão sugere amplo espaço para movimentações até o pleito de 2026.

Texto e foto assessoria