Feira de Economia Popular Solidária foi sucesso em Estância

Durante a última sexta-feira (27) e sábado (28), aconteceu na cidade de Estância, a Segunda Feira de Economia Popular Solidária, intitulada “Sabores e Saberes”, realizada pela Cáritas Brasileiras Nordeste 3, que tem à frente o coordenador Jardel Nascimento.

 Na noite da sexta-feira, aconteceu apenas a abertura com pronunciamento das pessoas envolvidas no evento, que ocorreu numa parte do parque Dom Pedro II, localizada na Praça Barão do Rio Branco.

No sábado (28), a feira continuou a partir das 6h da manhã, reunindo produtos e saberes de diversos grupos da Bahia e de Sergipe, que atuam com base nos princípios da solidariedade, sustentabilidade e produção coletiva.

A exposição das barracas, estavam as cidades de: Estância, Salgado, Itabaianinha, Brejo Grande, Aracaju, Salvador (BA), Feira de Santana (BA) e Rui Barbosa (BA).

A população estanciana prestigiou a FEPS comprando e observando os produtos que foram oferecidos como geleia, licor de vários sabores, mel natural, cestos de palha de Ouricuri, artesanatos, peças em tricô e croché, cocadas de variadas, beijus, bordados em fitas, bolsas de fibra da taboa e tantos outros produtos, fabricados por homens e mulheres de diversas localidades de Sergipe e da Bahia.

Na FEPS, foram apreciados os produtos oferecidos pela Casa Serena, uma instituição que cuida de mulheres e crianças vulneráveis, que se localiza na cidade de Salgado. Lá elas fazem bordados diversos, sob a coordenação de Izaldira e Irmã Gilsa.

Como também, estiveram na FEPS, a senhora Maria, Cristiana e Maria Orlanda, ambas do Quilombolas, dos povoados Carapitanga e Saramém do município de Brejo Grande.

A Feira de Economia Popular Solidária, realizada pelas Cáritas Brasileiras Nordeste 3, contou com o apoio da Rede Balaio de Solidariedade, UNAMME e MCP.

De acordo com Jardel Nascimento, “mais do que um espaço de planejamento, o encontro se firma como um território de partilha, resistência e construção de alternativas, onde os saberes, sabores e fazeres das comunidades ganham visibilidade e fortalecem outro modo de produzir e viver”.

Por Magno de Jesus